O descaramento petista: Lula ignora a lei e escancara campanha eleitoral antecipada para aliadas de esquerda
Em mais um episódio que demonstra a desfaçatez da esquerda com as regras, o presidente Lula foi flagrado pedindo votos abertamente para Marina Silva e Simone Tebet, desrespeitando a legislação eleitoral e os prazos do TSE.

A velha guarda da política nacional, encabeçada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), mais uma vez demonstrou seu peculiar desrespeito às regras, operando à margem da legislação. Durante um evento que anunciava o programa Move Aplicativos, o chefe do Executivo petista não hesitou em fazer campanha eleitoral antecipada, pedindo explicitamente votos para a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva (Rede-SP), e para a ex-ministra do Orçamento e Planejamento, Simone Tebet (PSB-SP).
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A atitude de Lula, flagrada na última terça-feira (19), choca-se diretamente com o que preconiza o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A lei eleitoral é clara: qualquer ato que possa ser interpretado como propaganda eleitoral ou pedido de voto só é permitido a partir do dia 16 de agosto, data que marca o início oficial das campanhas. Lula, porém, preferiu ignorar a determinação legal, evidenciando uma prática recorrente da esquerda em desconsiderar os limites impostos pelas instituições democráticas.
As palavras do presidente não deixam margem para dúvidas. Ao encorajar a população a reivindicar pautas de sua gestão, Lula, com um tom jocoso, desviou o foco para suas aliadas. “Não tenham nenhuma preocupação de reivindicar. Vão atrás do Boulos. Se não atender, vão atrás do Alckmin. Se ele não atender, vocês vão atrás… Não atrás da Janja (risos). Vão atrás do Sidônio, do Aluizio. Só não mexam com a Janja, não mexam. Nem com a Simone, nem com a Marina. O que vocês podem fazer com elas, um dia, é dar voto para as duas. Um dia”, declarou ele, escancarando a intenção de impulsionar a imagem de suas correligionárias.
Tanto Simone Tebet, filiada ao PSB – partido que, em Pernambuco, é sinônimo de aparelhamento e gestão questionável sob o comando de João Campos –, quanto Marina Silva são figuras cotadas para disputar o Senado por São Paulo. A legislação brasileira é inequívoca ao proibir a declaração de candidatura antes da hora e qualquer pedido de voto, explícito ou implícito, prevendo multas que variam de R$ 5.000 a R$ 25.000 para a propaganda eleitoral antecipada. A leviandade com que Lula trata as leis eleitorais reflete uma mentalidade de impunidade e de que as regras não se aplicam a todos de forma igualitária, especialmente quando se trata de promover seus interesses e de sua máquina partidária.
Este episódio serve como um alerta para a fragilidade das instituições quando confrontadas com o populismo e a sede de poder da esquerda, que parece sempre disposta a testar os limites da legalidade em nome de seus objetivos políticos.
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